sexta-feira, abril 23, 2010

O valor de um "Como está sendo o seu dia hoje?"

as John Legend sings...

It gets harder every day / But I can´t seem to shake the pain / I´m tryna find the words to say / Please stay / It´s written all over my face / That I can´t / Function the same when you´re not here ...

I still can´t believe you found somebody new / But I wish you best / I guess...

´Cause everybody knows, but / Nobody really knows / How to make it work / Or how to ease the hurt / We´ve heard it all before / And everybody knows / Just how to make it right / I wish we gave it one more try / One more try...

Me peguei pensando...

como sinto falta de nossas conversas tão interessantes...

como sinto falta de admirar tanta inteligência...

como sinto falta de olhar naqueles olhos lindos...

como gosto de ver aquele sorriso tão sexy...

E hoje,

ao ouvi-lo me perguntar:

"Como está sendo o seu dia hoje?"

senti o quanto eu gostava de quando ele me perguntava isso ao final de um dia árduo ou mesmo durante algum momento do dia. Também sentia tanta falta de lhe fazer a mesma pergunta, de saber como foi o dia dele, numa interação sempre muito acolhedora e aconchegante. Pensei o quanto eu sentia falta disso, mais do que todos os nossos longos papos e divertidos passeios!

O nó (na garganta) ainda não se desfez. E a cada vez que o vejo, é uma sensação kaleidoscópica, uma tontura inebriante, é uma sensação de que as pernas perdem a firmeza e a articulação, sem falar na ausência das palavras que somem todas, que me dá um suadouro, me dá falta de apetite... e paradoxalmente um certo torpor que me imobiliza corpo e mente.

Ouço o álbum "Evolver" do John Legend intermitentemente. Foi uma das minhas melhores aquisições de CD dos últimos tempos! Fones de ouvido, volume ensurdecedor reforçando os graves dos deliciosos R&B e olhando pra janela, pro teto, pro nada, e uma vontade imensa de não fazer nada! Nada no bom sentido. Porque para uma otimista, como eu, o nada muitas vezes é mola propulsora para muita coisa.

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