sábado, outubro 07, 2006

Uma "xicrinha" de felicidade, por favor?

Moço, me dá aí uma "xicrinha" de felicidade, faiz favô? - meu pensamento pedindo o meu costumeiro cafezinho na lanchonete da esquina de frente ao Metrô Anhangabaú.
O café na minha vida é assim. Hoje eu estava tão cansada e desanimada, bem apressada e quase atrasada para ir ao trabalho. Quando desci do ônibus em frente ao Metrô, olhei o relógio: eram 15:50. É o tempo cronometrado para que eu pegue o metrô no Anhangabaú e chegue à estação Tatuapé, de onde meu ônibus para o aeroporto sai impreterivelmente às 16:10. Meu estresse emocional e físico me pedem um minutinho. Resolvo que lhes concederei um minutinho, mas isso fará com que eu chegue cinco minutos atrasada ao trabalho. Mas a cafeína se fazia requisitada pelas minhas veias sangüíneas, pelos meus neurônios... quisera eu poder injetá-la... Confesso que das vezes que tentei parar de tomar café, tive crises temerosas de abstinência, como se fosse ter tremedeira nas mãos.
Aguardo o cafezinho no balcão mesmo. Puro ou com leite? Puro! Açúcar ou adoçante? Açúcar! Pronto! Hummmmnnnnnn... O aroma me suga para dentro da xícara. Fecho os olhos e saboreio. O café me atrasará a viagem, mas me dará uma injeção de ânimo, de boa disposição, e de felicidade até, eu diria...
Nessa hora decidi que hoje eu faria questão de publicar um diário especialmente dedicado ao cafezinho do bar da esquina. Que privilégio é conseguir diminuir a marcha no alucinado ritmo de vida de paulistano para tomar um cafezinho e deixar o trem passar... Que delícia é saborear um café sem pensar em nada... Que droga poderosa é essa cafeína que adentra meu sangue e me revigora... Prontinha para mais uma batalha.
Um brinde ao cafezinho nosso de cada dia!!

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